Eis que me apresento agora com um novo factor de entropia para as minhas palavras, porventura elas agora em Português poderão passar por Chinês para algumas pessoas, nomeadamente as de fora deste território à beira mar plantado.

O Dilema que me assiste é precisamente o se farei os meus artigos em Inglês ou se continuarei a fazer "postings" e tentar a internacionalização de contéudos que serão de modesta qualidade mas de especial interesse.

Não é fácil de acertar numa decisão clara para esta situação, pois se por uma lado é bom ser entendido por uma boa parte da população mundial pois contam-se entre 500 milhões de falantes de Shaskspeare, em contrapartida, nós por cá somos 10 milhões mas que apesar de pequeninos ainda temos direito a entrar no top das linguages universais, senão vejamos:

Neste estudo recente é com prazer que vejo Portugal já no 5º lugar das línguas mais faladas no mundo, isto depois de estarmos em 7º e 8º há ainda não muito tempo. Existem um total de 232 Milhões falantes de Camões, ou seja uns incríveis e apenas 40% dos Englishman, vamos fazer isto de grosso modo e dizer metade do alcance da língua dos bifes e associados pelo mundo fora. Ou seja, não será por estar aqui a escrever em Inglês me fará menos susceptível de ter leitores pelo mundo fora muito embora eles se encontrem em grande parte no Brazil a beber água de côcô em vez de estar a programar em C++.

Uma coisa é certa a linguagem franca da indústria do videojogos é realmente o Inglês e portanto isto poderá trazer alguma vantagem face a quem chegar por qualquer cerimónia até estes recantos da net. Por outro lado, eu adoro escrever em bom Português e isto sem dúvida faz com que me faça focar ainda mais nesta nobre arte, mas ainda assim do lado oposto, está a possibilidade de treinar o meu Inglês escrito, que apesar de igualmente bom se calhar precisava de algumas manobras de treino in-loco.

Com isto tudo se calhar não irei tomar nenhuma decisão e poderei tomar a terceira via que será ser o primeiro blogue bicéfalo e bílingue sem tradução simultânea e fazer assim sofrer os restantes indivíduos do outro lado da língua que não possam perceber patavina do que está na página.

Algures no meio está a verdade. Como sempre, transitória.



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